• Os textos dessa série são baseados no livro “Missão Transformadora”, escrito por David Bosch em 1991. O autor estuda o significado de missão através da história e defende que as mudanças do mundo recente em diversas áreas trazem inquietações e transformações também para a perspectiva da missão. Bosch lista e argumenta sobre elementos da missão que, conectados uns com os outros, precisam ser consideradas para que esta permaneça fiel à sua verdadeira natureza. O nosso estudo é realizado a partir de 9 desses elementos.

Quer percebamos ou não, quando escrevemos, falamos, ou nos comunicamos de qualquer forma, tentamos fazer isso de forma contextualizada. Nos comunicamos de um jeito que acreditamos que seja entendível para o outro. Nos comunicamos de forma diferente com uma criança e um idoso. Ao escrever um texto como esse, é necessário pensar no perfil das pessoas que o leem e o contextualizar em sua linguagem e conteúdo.

A contextualização é um tema bastante falado nos meios cristãos hoje em dia, afinal, preocupa-se em transmitir a mensagem do Evangelho de uma forma que seja relevante àqueles que a ouvem. A Missão Zero, por exemplo, tem projetos no Brasil, na Europa e na África. Se falarmos de Jesus nesses três contextos, poderemos confundir um africano que nunca ouviu esse nome, trazer várias conclusões à mente do europeu, que considera a fé algo ultrapassado, e relembrar o brasileiro de um nome que somente vem na cabeça quando precisa de alguma coisa.

É claro que esses são somente exemplos e as respostas poderiam ser diferentes, mas o importante é que o contexto daqueles que ouvem uma mensagem realmente importa, e que um mesmo argumento pode ser impressionante para alguns e insignificante para outros.

Quando pensamos em missão, é necessário levar em conta cada contexto, local, linguagem. Mais do que isso, saber o que as pessoas buscam, quais são os seus sonhos, os seus medos, as suas expectativas em relação à vida, a sua história com a fé. A contextualização é importante para a missão pois é importante para a pregação do Evangelho.

Mas se a mensagem do Evangelho é uma verdade única, como contextualizar sem se perder? Como falar de formas diferentes sem se desviar da verdade? Como ser entendido e ainda falar da mensagem de Cristo?

Não existe forma simples de responder a essas perguntas, e teólogos e escritores como Lesslie Newbigin, Michael Goheen e Timothy Keller têm se debruçado e escrito sobre isso. Acima de tudo isso, no entanto, está o autor da própria mensagem, que em Cristo veio ao nosso mundo, viveu a nossa vida, falou a língua do seu povo, comeu do alimento que outros comiam, e pregou a mensagem de reconciliação de Deus em palavras e em ação, por sua morte e ressurreição. Não há exemplo ou autoridade maior no que diz respeito à contextualização.

“Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!” – (Filipenses 2.5-8)

Por Missão Zero

sexta-feira, 07 fevereiro 2020

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Aprendendo a liberdade

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A missão exige que tenhamos pessoas na igreja que possam ser intérpretes para pessoas que vêm de outros lugares. E também que tenhamos pessoas que falem as línguas daquelas e daqueles que não entrarão pela porta sozinhos, mas que possamos alcançá-las quando saímos de nossas igrejas. Existe aqui todo um campo de formação e mediação intercultural que se abre para as igrejas missionárias.

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Sempre haverá oportunidade!

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Caminhando com Cristo entre os muçulmanos

A verdade é que nosso Deus está estabelecendo seu governo nos corações dos povos muçulmanos e os está acrescentando à sua igreja, e um dia estaremos todos unidos em Sua Presença celebrando o Cordeiro sem qualquer tipo de restrição ou perigo.

Até a última vila

Por certo, o anelo de Deus em ser conhecido percorre uníssono todos os livros das Escrituras Sagradas, trazendo significado para a existência da Igreja. Deveras, a promessa d’Aquele que esmagaria a cabeça da serpente, a eleição de Abraão, a escolha do povo de Israel como vitrine da glória de YWHW, as profecias sobre o Messias. Tudo apontava para “…uma missão Global, de um Deus global, que estabeleceu uma Igreja global”, a fim de que, todos os povos da terra conheçam a Sua glória.

Disrupção

O momento atual tem levado toda a sociedade no caminho da disrupção. Esse termo não é novo. No contexto missionário, ele sempre existiu! Na história da igreja, a própria Reforma foi um momento de disrupção! O Evangelho é disruptivo, a missão é disruptiva, o Espírito Santo de Deus age em nós e através de nós de forma disruptiva. Ele transforma padrões. Ele nos convida a mudanças. Ele desafia modelos.

Comunicação além do Like

Saber aonde está alicerçado e quais as suas verdades são pontos fundamentais para começar um processo de comunicação. Esse conhecimento vai ajudar você a criar uma identidade e uma narrativa coerente com a realidade do emissor. É nessa etapa também que nos confrontamos com a palavra planejamento. Falando de igreja e missão, esses dois pontos são fundamentais: autoconhecimento e planejamento.

O papel da igreja na Era da sociedade em rede

Somos chamados a ser uma comunidade contra cultural dentro desse mundo escuro, perverso e imerso em trevas. Precisamos, talvez mais do que nunca, ser criativamente envolventes, não isolados. Ser apenas diferente não é suficiente, a igreja deve estar em contato com a sociedade. E a sociedade está no mundo virtual. A sociedade está em rede. E é lá que a luz precisa brilhar.

Quem fala pra todo mundo, não fala pra ninguém

Se nós não personalizarmos a experiência da comunicação, não chegaremos nem em nossos vizinhos. É necessário entendermos com quem estamos falando, conhecer nosso público-alvo, enxergar suas dores e seus sonhos. Isso tudo para que possamos encontrar os melhores meios de comunicar a Palavra.

Bastidores da missão

Se pensarmos bem, o próprio reino de Deus é formado pelos bastidores e pelo “behind the scenes”. Ef 6:12 diz que nossa luta não é contra inimigos de carne e sangue, mas contra governantes e autoridades do mundo invisível. Também foi dito que em secreto oramos, e o Pai que vê em secreto, nos recompensa (Mt 6:6). Assim, muito acontece no secreto, muito acontece e é realizado nos bastidores da missão.

Administrando seu negócio à maneira de Deus

Algumas gerações foram educadas ou até doutrinadas com a convicção de que “negócios e religião não se misturam”, ou seja: negócios são administrados durante a semana, do meu jeito, da minha forma, e Deus eu busco e adoro nos cultos e encontros aos domingos. Mas será que essa foi a instrução de Deus para nós? Será que Ele separou o sagrado do profano?

Alcançando pessoas no ambiente de trabalho

Enquanto empresa somos uma extensa e rica rede de relações pessoais. Então como as pessoas se comunicam e interagem cotidianamente? Que sentimentos e emoções ocorrem no ambiente de trabalho, com fornecedores, clientes e outros parceiros? Como isto afeta a saúde física, mental e as perspectivas dos envolvidos? Empresas BaM tem um olhar particular sobre essas questões com base no relacionamento de Cristo com seus discípulos.

Empresas BAM: fé, missões e negócios

Deus não intencionava que eu abandonasse tudo que aprendi no meio dos negócios e nem minha atuação na consultoria empresarial, mas Ele queria claramente mudar a minha visão secular sobre os negócios, me ensinar como se faz negócios para a glória Dele e me mostrar o importante papel dos negócios na expansão do Seu Reino.

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