Partimos do pressuposto de que a plantação de novas comunidades é o modo mais efetivo de cumprir a grande comissão dada por Cristo: “Toda autoridade me foi dada nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espirito Santo, ensinando-os a obedecer tudo o que eu ordenei para vocês. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mateus 28.18-20).

A primeira comunidade cristã na história que se envolveu de uma forma efetiva e de modo planejado na plantação de novas igrejas foi a de Antioquia, na Síria. A mesma comunidade, na qual os seguidores de Jesus pela primeira vez foram chamados de cristãos  (Pequenos Cristos – Atos 11.26).

Tudo começou em Atos 13.1-3: Na igreja de Antioquia havia profetas e mestres: Barnabé, Simão, chamado Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo. Enquanto adoravam o Senhor e jejuavam, disse o Espirito Santo: Separem-me a Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Assim, depois de jejuar e orar, impuseram-lhes a mãos e os enviaram.

A comunidade de Antioquia, conduzida por seus líderes mostra-se aberta para o chamado do Espírito Santo a se envolver na plantação de igrejas. Ela paga o preço, assumindo a responsabilidade que lhe é confiada. Ela entrega para a obra 40% de seu corpo principal de líderes: Barnabé (o mais velho e principal) e Saulo (o mais novo e aprendiz). A história nos mostra que a Comunidade de Jerusalém, berço do cristianismo, progressivamente vai se fechando em torno de si mesma, diferentemente do que aconteceu em Antioquia, ela mesma fruto da missão espontânea de “missionários leigos”.

Após receber o chamado, Barnabé e Saulo são enviados e recebem da comunidade o apoio necessário e a imprescindível retaguarda. A comunidade “vai com eles”, ou seja, com eles e através deles toda a Comunidade de Antioquia assume a condição de plantadora de novas igrejas. Essa é a razão pela qual Barnabé e Saulo sempre de novo voltam para Antioquia para prestar contas (Atos 13.26-28; Atos 15.22 e Atos 18.22-23) a respeito do que Deus estava fazendo através deles.

Assim, novas comunidades são plantadas em todo o Império Romano e pessoas foram  salvas, pois a comunidade de Antioquia assumiu a visão de ser uma igreja para os de fora.

O desafio de plantar igrejas continua, enquanto a grande comissão não tiver sido cumprida integralmente. Assim como necessitamos de novos plantadores, buscamos comunidades que assumam o chamado que a Comunidade de Antioquia assumiu, de ser “Comunidade Mãe”.

O que significa isso hoje e quais responsabilidades estão implícitas nesse chamado para a Comunidade?

  1. Assumir para si o chamado de ser uma plantadora de igrejas;
  2. Dar suporte institucional para a nova Comunidade que irá nascer;
  3. Dar autonomia para o plantador e para a nova comunidade;
  4. Se possível, enviar pessoas entre seus principais líderes para integrar o projeto;
  5. Dar apoio financeiro;
  6. Fornecer mentoria estratégica para o plantador e para a nova comunidade;
  7. Acompanhar a caminhada da nova comunidade com alegria até o momento em que ela se organiza enquanto comunidade autônoma, na expectativa de se envolver em novos projetos de plantação.

Plantar novas igrejas é a própria natureza da igreja de Jesus, é o testemunho histórico do cristianismo. Novas igrejas trazem vitalidade e ânimo, bem como cooperam para o cumprimento da grande comissão.

Sigolf Greuel

Por Missão Zero

quarta-feira, 17 junho 2020
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