Como podemos ter valor para um Deus grandioso, criador de todo o mundo? O que é o homem – o que somos nós – para que conosco Ele se importe? Essa era já a pergunta do Salmista no oitavo salmo. Como chamar isso se não de milagre?

A Páscoa nos conta a história do ato supremo de amor de Deus em nosso favor, o da entrega de seu Filho para pagar o preço pelo meu e pelo seu pecado. Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado (1 Co 5.7). Como prova de que a morte não tem a última palavra, como esperança e sinal da nossa ressurreição para a vida eterna em Cristo, ele ressuscitou!

Como pode alguém voltar da morte? Diz-se que a única certeza da vida humana é a morte, e ela é a limitação que une pessoas de toda parte, de toda condição e de todo tipo de vida. Na história bíblica da ressurreição, essa dúvida não fica escondida:

– “Mas eles (os discípulos) não acreditaram nas mulheres; as palavras delas lhes pareciam loucura” Lucas 24.11

– “Tomé, chamado Dídimo, um dos Doze, não estava com os discípulos quando Jesus apareceu. Os outros discípulos lhes disseram: ‘Vimos o Senhor”’ Mas ele lhes disse: ‘Se eu não vir as marcas dos pregos nas suas mãos, não colocar o meu dedo onde estavam os pregos e não puser a minha mão no seu lado, não crerei.’” João 20.24-25

Podemos ser rápidos em condenar a incredulidade, mas esta ainda é presente na vida de grande parte das pessoas. E se nós, mesmo crendo na ressurreição, disséssemos que a compreendemos profundamente, estaríamos mentindo, pois essa é uma realidade e mistério muito além da nossa compreensão.

A Páscoa é a celebração do impossível, daquilo que Deus fez por meio de seu Filho e que foge à nossa própria mente. Jesus Cristo ressuscitou!

Aquele que superou o impossível e venceu a morte nos convida a irmos, pregarmos e batizarmos em nome do Deus triúno e nos promete a sua companhia até o final dos tempos. Podemos nós temermos aquilo que é difícil, ou até que parece impossível?

Em resposta ao chamado de Jesus Cristo, a Missão Zero quer, através da Visão 5030, apoiar o plantio de 50 novas igrejas até o ano de 2030. Difícil? Com certeza!

Impossível? O que é impossível?

Daniel Deggau

Por Missão Zero

quarta-feira, 08 abril 2020
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Mais do que uma oportunidade, uma responsabilidade

À medida que enfrentamos uma crise após outra, nós, a igreja, devemos aceitar nossa responsabilidade de nos levantar e ser uma bênção, um exemplo e uma esperança para outros. Agindo dessa forma, estamos mais propensos a manter nossas prioridades em ordem.

The Croods

Aprendemos com a família Crood que precisamos nos reinventar. Juntos, eles enfrentam grandes desafios e se adaptam à uma nova era. Agora, chegou a nossa vez. Nossas vidas sofreram uma grande transformação e a maneira como vivemos igreja mudou e vai mudar mais ainda.

Vocação para muito mais que manutenção

Quando uma comunidade de discípulos de Jesus redescobre sua vocação essencial através do Evangelho, o Espírito Santo os capacita a viver a missão de Deus. Com esse projeto de comunidade o próprio Deus tem um compromisso.

Discípulo presente

Em cada novo momento da história, Deus chama os discípulos de Jesus para se perguntarem se estão sendo fiéis à missão que ele, Deus, nos confiou. Por isso, a igreja é algo dinâmico, em mudança, na constante busca pela fidelidade a Deus, lembrando que essa fidelidade é para ser vivida no contexto histórico no qual nos encontramos.

Ser igreja é ter propósito

Quem estabeleceu o propósito de a igreja existir e nos chama a fazer parte desse propósito é o próprio Deus. Por isso, quando falamos sobre igreja, precisamos nos voltar primeiramente para Deus e perguntar como ele mesmo define a igreja em sua essência.

Disrupção

O momento atual tem levado toda a sociedade no caminho da disrupção. Mas se pararmos para pensar, esse termo não é novo. O Evangelho é disruptivo, a missão é disruptiva, o Espírito Santo de Deus age em nós e através de nós de forma disruptiva. Ele transforma padrões. Ele nos convida a mudanças. Ele desafia modelos.

A missão da Liga da Justiça

Embora eles já tenham passado por várias mudanças ao longo dos anos e tenham se dividido e se reunido inúmeras vezes, sempre que as fichas foram lançadas e a terra precisou de seus maiores heróis juntos nas linhas de frente, a Liga da Justiça sempre respondeu ao chamado para o dever.

O desafio da missão aos jovens

Como a igreja pode “concorrer” com tantas alternativas oferecidas no mundo virtual? Afinal, não se trata apenas dos jovens (que são uma faixa-etária essencial à igreja), mas destes que além de já serem igreja hoje, serão igreja por muito tempo pela frente. Se a igreja não alcançar os jovens hoje, quem será a igreja daqui a 15, 30 ou 50 anos?

O terminal

É nos lares que a igreja pós-pandemia se fortalecerá e se desenvolverá. Líderes/pastores sábios irão cooperar com esta tendência ao invés de competir com ela: eles precisarão capacitar os membros para serem ministros de suas famílias e vizinhanças.

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