Você já sentiu a sensação de querer muito comprar uma coisa nova, como um celular, por exemplo? Já percebeu que, depois de conseguir finalmente comprar aquilo que deseja, o celular tão bom, ficamos satisfeitos, felizes? Mas que também, alguns meses depois, já nos acostumamos e já nos sentimos tentados por outros melhores, mais novos, mais bonitos?

O Consumismo é uma característica muito particular dos últimos tempos, e querendo ou não está de alguma forma afetando a cada um de nós diariamente, assim como o individualismo, tratado no último texto. Não é que em outros tempos as pessoas não quisessem comprar coisas novas ou não se sentissem admiradas e tentadas por aquilo que parecia mais bonito ou mais novo, mas que hoje temos sido bombardeados com lançamentos, propagandas, e o sentimento de obrigação de ter aquilo que há de melhor.

As consequências de termos a mentalidade atingida pelo consumismo vão muito além de comprarmos mais coisas, mas atingem também a nossa percepção sobre tudo. Aonde vamos e no que fazemos, precisamos daquilo que nos satisfaz mais, que mais tem a ver conosco e que nos serve melhor.

Se estamos em um restaurante, esperamos a comida bem preparada e bem servida, e não há nada particularmente errado com isso. O problema é que muitas vezes se vê a igreja como um restaurante. Vamos aos cultos para que possamos nos sentir bem e confortáveis, precisamos de bancos bem estofados e um ar condicionado no verão, de músicas que nos agradam e de uma palavra que nos console e nos faça sair felizes.

Novamente, não é que haja problema em querer algum conforto, ou que precisemos sentar no chão debaixo de sol ou chuva para sermos igreja, mas que invertemos o sentido e propósito de estar lá. A igreja não é feita para que lá satisfaçamos nossos desejos de consumidores, mas é a união daqueles que seguem o que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” Mateus 20.28b.

Ainda que tenhamos entendido essa mensagem de Cristo e que pratiquemos em nós servindo, precisamos ter a empatia de entender que assim como o consumismo está impresso em nós de alguma forma, também está naqueles que entram pelas portas das nossas igrejas. Muitas pessoas entrarão buscando ser servidas, e não a mensagem do Evangelho que transforma e que nos envia ao mundo. Ainda assim, somente essa mensagem pode transformar o nosso coração e o destas pessoas, e nos direcionar ao amor e serviço praticados pelo Senhor Jesus Cristo.

“Vocês me chamar ‘Mestre’ e ‘Senhor’, e com razão, pois eu o sou. Pois bem, se eu, sendo Senhor e Mestre de vocês, lavei-lhes os pés, vocês também devem lavar os pés uns dos outros. ” João 13.13-14

Por Missão Zero

sexta-feira, 13 setembro 2019

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Aprendendo a liberdade

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A missão exige que tenhamos pessoas na igreja que possam ser intérpretes para pessoas que vêm de outros lugares. E também que tenhamos pessoas que falem as línguas daquelas e daqueles que não entrarão pela porta sozinhos, mas que possamos alcançá-las quando saímos de nossas igrejas. Existe aqui todo um campo de formação e mediação intercultural que se abre para as igrejas missionárias.

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Sempre haverá oportunidade!

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Caminhando com Cristo entre os muçulmanos

A verdade é que nosso Deus está estabelecendo seu governo nos corações dos povos muçulmanos e os está acrescentando à sua igreja, e um dia estaremos todos unidos em Sua Presença celebrando o Cordeiro sem qualquer tipo de restrição ou perigo.

Até a última vila

Por certo, o anelo de Deus em ser conhecido percorre uníssono todos os livros das Escrituras Sagradas, trazendo significado para a existência da Igreja. Deveras, a promessa d’Aquele que esmagaria a cabeça da serpente, a eleição de Abraão, a escolha do povo de Israel como vitrine da glória de YWHW, as profecias sobre o Messias. Tudo apontava para “…uma missão Global, de um Deus global, que estabeleceu uma Igreja global”, a fim de que, todos os povos da terra conheçam a Sua glória.

Disrupção

O momento atual tem levado toda a sociedade no caminho da disrupção. Esse termo não é novo. No contexto missionário, ele sempre existiu! Na história da igreja, a própria Reforma foi um momento de disrupção! O Evangelho é disruptivo, a missão é disruptiva, o Espírito Santo de Deus age em nós e através de nós de forma disruptiva. Ele transforma padrões. Ele nos convida a mudanças. Ele desafia modelos.

Comunicação além do Like

Saber aonde está alicerçado e quais as suas verdades são pontos fundamentais para começar um processo de comunicação. Esse conhecimento vai ajudar você a criar uma identidade e uma narrativa coerente com a realidade do emissor. É nessa etapa também que nos confrontamos com a palavra planejamento. Falando de igreja e missão, esses dois pontos são fundamentais: autoconhecimento e planejamento.

O papel da igreja na Era da sociedade em rede

Somos chamados a ser uma comunidade contra cultural dentro desse mundo escuro, perverso e imerso em trevas. Precisamos, talvez mais do que nunca, ser criativamente envolventes, não isolados. Ser apenas diferente não é suficiente, a igreja deve estar em contato com a sociedade. E a sociedade está no mundo virtual. A sociedade está em rede. E é lá que a luz precisa brilhar.

Quem fala pra todo mundo, não fala pra ninguém

Se nós não personalizarmos a experiência da comunicação, não chegaremos nem em nossos vizinhos. É necessário entendermos com quem estamos falando, conhecer nosso público-alvo, enxergar suas dores e seus sonhos. Isso tudo para que possamos encontrar os melhores meios de comunicar a Palavra.

Bastidores da missão

Se pensarmos bem, o próprio reino de Deus é formado pelos bastidores e pelo “behind the scenes”. Ef 6:12 diz que nossa luta não é contra inimigos de carne e sangue, mas contra governantes e autoridades do mundo invisível. Também foi dito que em secreto oramos, e o Pai que vê em secreto, nos recompensa (Mt 6:6). Assim, muito acontece no secreto, muito acontece e é realizado nos bastidores da missão.

Administrando seu negócio à maneira de Deus

Algumas gerações foram educadas ou até doutrinadas com a convicção de que “negócios e religião não se misturam”, ou seja: negócios são administrados durante a semana, do meu jeito, da minha forma, e Deus eu busco e adoro nos cultos e encontros aos domingos. Mas será que essa foi a instrução de Deus para nós? Será que Ele separou o sagrado do profano?

Alcançando pessoas no ambiente de trabalho

Enquanto empresa somos uma extensa e rica rede de relações pessoais. Então como as pessoas se comunicam e interagem cotidianamente? Que sentimentos e emoções ocorrem no ambiente de trabalho, com fornecedores, clientes e outros parceiros? Como isto afeta a saúde física, mental e as perspectivas dos envolvidos? Empresas BaM tem um olhar particular sobre essas questões com base no relacionamento de Cristo com seus discípulos.

Empresas BAM: fé, missões e negócios

Deus não intencionava que eu abandonasse tudo que aprendi no meio dos negócios e nem minha atuação na consultoria empresarial, mas Ele queria claramente mudar a minha visão secular sobre os negócios, me ensinar como se faz negócios para a glória Dele e me mostrar o importante papel dos negócios na expansão do Seu Reino.

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