Estevão foi o primeiro mártir cristão da história. Não há muito a seu respeito registrado nas páginas bíblicas, mas no pouco escrito vemos coisas impressionantes. Homem cheio do Espírito Santo, de bom testemunho e de sabedoria. Por meio dele milagres e sinais eram realizados, coisas que até então só aconteciam através dos apóstolos. Enfrentou com grande coragem judeus que se opuseram ao evangelho e sofreu por isso uma morte cruel, não sem antes ter um vislumbre da glória de Deus e de Cristo. Impressionante!

Há algo mais que me impressiona: Estevão não era nada além de um desconhecido que virou um servente de mesas de viúvas. Algo que para muitos pode ser insignificante – até mesmo desprezível. Mas que segue a lógica do Reino de Cristo: “quem quiser ser grande, que se torne servo de todos”. O servo de mesas, cheio do Espírito Santo e de graça, se tornou um servo de milagres e corajoso pregador. E assim, de novo, Deus escolheu as coisas que não são para humilhar as que são e demonstrar seu poder e sua glória.

Outra coisa interessante: a escolha dos servos de mesas seguiu os mesmos parâmetros da escolha dos líderes – caráter irrepreensível, sabedoria e capacitação do Espírito Santo. Os sete, incluindo Estevão, até mesmo receberam o envio e a bênção dos apóstolos. Isso parece nos dizer que os discípulos daquela época levavam muito a sério o servir, fosse qual fosse, colocando as mesas em importância similar à liderança dos apóstolos.

A vida de Estevão nos dá um bom direcionamento nesses dias de estrelismos de internet e supervalorização de boa oratória e da imagem. Voltar-nos ao serviço singelo, humano e espiritual com sabedoria e poder do Espírito Santo parece o caminho para fugir dessas coisas. E quem sabe recebamos a honra de morrer por Cristo – seja figurada ou literalmente.

André Kohlrausch

Por Missão Zero

quarta-feira, 20 janeiro 2021
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