Segundo a “Exponential”, organização que trabalha com plantação de igrejas, existem 5 níveis nos quais as igrejas podem estar, são eles: Declínio, estabilizadas, adição, reprodução e multiplicação. Quero levar você a refletir sobre eles. Vamos começar pelas igrejas em declínio.

Você já escutou a expressão “é um museu”? Quando a ouço vem a minha mente um objeto velho, que cumpriu seu papel na história, mas que, hoje, não apresenta relevância, pois está fora do seu tempo. Ou pior, tem seus dias contados.

As igrejas no nível 1, declínio, remetem a essa expressão. São igrejas em processo de diminuição do número participantes nos cultos ou em outras programações. Na maioria delas, seus membros estão morrendo, literalmente, e sendo enterrados no cemitério que fica nos fundos do templo. Essa igreja não consegue reagir às mudanças culturais ao seu redor e não possui mais vida. Essa igreja está morta!

Com certeza você já se deparou com uma igreja na qual a lista de membros tem muitos nomes, mas com um culto dominical vazio. Uma igreja que possui um prédio grande e bonito, mas pouco utilizado.

Tais igrejas param de falar sobre Jesus ao mundo. O fervor evangelístico se transforma em apatia e desinteresse pelo mundo perdido. A missão de Deus não é mais vista como prioridade e a cada dia essa igreja vai se parecendo com um museu.

No nível 1, a igreja não consegue ser relevante para as próximas gerações. Uma igreja onde somente os avós participam, mas os filhos e netos não se sentem atraídos para lá, pois o aspecto mais importante é conservar as tradições. A história e a glória dessa igreja se tornaram maiores que a história e a glória de Deus.

Por Missão Zero

sexta-feira, 02 agosto 2019

Mais do ME

Vida e trabalho em missão

Ore ao Pai pelas oportunidades de compartilhar em seu local de trabalho. Procure oportunidades de compartilhar as verdades do evangelho durante seu dia de trabalho.

O Covocacionado e suas vantagens na plantação de igrejas

É necessário que comecemos a falar sobre a importância de pessoas covocacionadas no pastoreio de igrejas já existentes, como também na plantação de novas.

Vocação e Evangelho na missão pelo mundo

Nem a profissão nem o ministério devem definir o que é um “fazedor de tendas”. Ele deve ser alguém que sabe que é um filho amado de Deus. Uma pessoa impactada pela mensagem do evangelho de tal maneira que esteja disposta a reproduzi-la com naturalidade mesmo estando bem longe da sua zona de conforto.

Covocacionados?

Quando compreendemos o nosso trabalho como vocação de Deus, as nossas perspectivas são totalmente mudadas. Percebemos que, dentro da nossa realidade, já somos missionários atuantes, quando obedecemos a ordem e envio de Jesus Cristo. Não é somente o trabalho de um pastor ou de um missionário que é definido por vocação, mas também o de qualquer profissão, quando o cristão se deixa orientar por Deus.

Vocação pela missão de Deus!

O trabalho é parte da missão de Deus que Ele nos permite participar, também porque por meio dele alcançamos diversas pessoas que não conhecem a Cristo, mas porque ele agrada a Deus, e feito com justiça e dedicação manifesta sinais de seu reino. O trabalho não é só o meio que conseguimos recursos para ajudar aos missionários, mas um meio como todos nós somos missionários.

Em meio às turbulências, descanso!

Jesus Cristo chamou a Ele todos os “que estão cansados e sobrecarregados”, pois lhes dá descanso (Mt 11.28). Jesus novamente nos chama a Ele nesse tempo difícil. Talvez, em primeiro lugar nesse tempo de caos, precisemos encontrar descanso em Jesus, e lembrar do seu cuidado e da sua provisão.

Igreja em todas as circunstâncias

Deus continua agindo na história e agora enviou a sua igreja às suas próprias casas, nos mostrou o nosso serviço com as nossas próprias famílias e com a realidade bem próxima e concreta, com as necessidades imediatas dos nossos vizinhos.

A amizade colocada em prática

“Se nossas lutas contra a morte, a doença e a perda são respaldadas pela esperança e pelo conforto das boas-novas da obra de Cristo, então, é improvável que fiquemos em silêncio quando amigos e vizinhos incrédulos lutam contra a dor”.

Celebração do impossível

A Páscoa nos conta a história do ato supremo de amor de Deus em nosso favor, o da entrega de seu Filho para pagar o preço pelo meu e pelo seu pecado. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado (1 Co 5.7). Como prova de que a morte não tem a última palavra, e como esperança e sinal da nossa ressurreição para a vida eterna em Cristo, ele ressuscitou!

4 mentiras sobre a plantação de igrejas

Você já pensou que todas as igrejas, inclusive a que você participa, teve um início? Como ela começou? Qual foi o trabalho realizado? Qual foi o segredo? Tenho certeza: a resposta será que foi através de pessoas. Pessoas dispostas a compartilhar o evangelho com outras. A razão maior para o nascimento dessas igrejas foi o desejo de glorificar a Deus.

Uma grande oportunidade

Sempre escutei que crise gera oportunidade, e parece que essa não é diferente. A crise nos oferece a oportunidade de mudar conscientemente. Oportunidade de nos aproximar mais de Deus, com tempo de qualidade; oportunidade de nos aproximar de nossa família, mesmo que seja por vídeo conferência; e a oportunidade de parar para projetar e lapidar projetos de vida.

A vida sempre continua…

Durante o tempo em que morei no Nordeste brasileiro sempre tive a sensação ao longo dos meses de seca, quando a paisagem ficava cinza e tudo parecia morto, que não teria como aquelas plantas retornarem a vida. Mas com a primeira chuva, ah, a primeira chuva, três dias depois, a paisagem mudava para um verde que expressava vida.

Vocação e Evangelho na missão pelo mundo

Vocação e Evangelho na missão pelo mundo

Nem a profissão nem o ministério devem definir o que é um “fazedor de tendas”. Ele deve ser alguém que sabe que é um filho amado de Deus. Uma pessoa impactada pela mensagem do evangelho de tal maneira que esteja disposta a reproduzi-la com naturalidade mesmo estando bem longe da sua zona de conforto.

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