A igreja de Cristo está em casa, os templos estão vazios!

O que isso significa para a nossa realidade, em que isso altera a vida e a vocação dos discípulos de Cristo? A missão continua ou enfrenta uma pausa, um momento necessário de se retrair e esperar? O ano de 2020 será um ano perdido para a igreja?

Em Gênesis 12, Deus promete a Abraão que por meio do povo que geraria, através da sua descendência, todos os povos da Terra seriam abençoados. Séculos depois, esse povo foi exilado e forçado a sair da terra que Deus os deu e levado à Babilônia. O povo sentia saudades de sua terra e do templo do Senhor. O salmo 137 retrata bem esse sentimento:

“Junto aos rios da Babilônia nós sentamos e choramos com saudades de Sião.” (v. 1)

Ali, o povo se sente frustrado, sem vitalidade, e perde a vontade de cantar.

“Como poderíamos cantar as canções do Senhor numa terra estrangeira?” (v. 4)

Seria o fim, ou um período perdido na história de Israel? Nessa mesma época, Deus fala ao povo por meio de Jeremias:

“Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel, a todos os exilados, que deportei de Jerusalém para a Babilônia: ‘Construam casas e habitem nelas; plantem jardins e comam dos seus frutos. Casem-se e tenham filhos e filhas; […] multipliquem-se e não diminuam. Busquem a prosperidade da cidade para a qual eu os deportei e orem ao Senhor em favor dela, porque a prosperidade de vocês depende da prosperidade dela’” (Jeremias 29.4-7)

No meio do exílio, do tempo de exceção, do fora de habitual, Deus exorta seu povo a viver! A missão de Israel não parou, mas ganhou novas perspectivas. Agora, Israel podia abençoar outra nação a partir de dentro.

No Novo Testamento, em Atos 8, quando a igreja não pode se reunir mais, mas é dispersa e espalhada por conta da perseguição aos cristãos, aqueles “que havia sido dispersos pregavam a Palavra por onde quer que fossem” (v.4). Deus usou uma situação adversa e capacitou os seus servos para agir na história, e justamente nesse momento a própria igreja se expandiu.

A missão da Igreja de Jesus Cristo também não para por estar em casa, em “exílio”. As saudades do encontro na igreja com outros irmãos não é algo ruim, mas não deve nos desmotivar, pois agora a missão ganha novas perspectivas. Deus continua agindo na história e agora enviou a sua igreja às suas próprias casas, nos mostrou o nosso serviço com as nossas próprias famílias e com a realidade bem próxima e concreta, com as necessidades imediatas dos nossos vizinhos.

A igreja é mobilizada e chamada a se adaptar às novas circunstâncias para abençoar em tempo de caos, ser relevante para sua realidade e chamar pessoas à realidade de Cristo. Que possamos buscar a Deus para entender qual o nosso papel pessoal e comunitário nesse tempo!

Daniel Deggau

Por Missão Zero

quarta-feira, 22 abril 2020
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Aprendendo a liberdade

Aprendendo a liberdade

A missão exige que tenhamos pessoas na igreja que possam ser intérpretes para pessoas que vêm de outros lugares. E também que tenhamos pessoas que falem as línguas daquelas e daqueles que não entrarão pela porta sozinhos, mas que possamos alcançá-las quando saímos de nossas igrejas. Existe aqui todo um campo de formação e mediação intercultural que se abre para as igrejas missionárias.

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Sempre haverá oportunidade!

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Caminhando com Cristo entre os muçulmanos

A verdade é que nosso Deus está estabelecendo seu governo nos corações dos povos muçulmanos e os está acrescentando à sua igreja, e um dia estaremos todos unidos em Sua Presença celebrando o Cordeiro sem qualquer tipo de restrição ou perigo.

Até a última vila

Por certo, o anelo de Deus em ser conhecido percorre uníssono todos os livros das Escrituras Sagradas, trazendo significado para a existência da Igreja. Deveras, a promessa d’Aquele que esmagaria a cabeça da serpente, a eleição de Abraão, a escolha do povo de Israel como vitrine da glória de YWHW, as profecias sobre o Messias. Tudo apontava para “…uma missão Global, de um Deus global, que estabeleceu uma Igreja global”, a fim de que, todos os povos da terra conheçam a Sua glória.

Disrupção

O momento atual tem levado toda a sociedade no caminho da disrupção. Esse termo não é novo. No contexto missionário, ele sempre existiu! Na história da igreja, a própria Reforma foi um momento de disrupção! O Evangelho é disruptivo, a missão é disruptiva, o Espírito Santo de Deus age em nós e através de nós de forma disruptiva. Ele transforma padrões. Ele nos convida a mudanças. Ele desafia modelos.

Comunicação além do Like

Saber aonde está alicerçado e quais as suas verdades são pontos fundamentais para começar um processo de comunicação. Esse conhecimento vai ajudar você a criar uma identidade e uma narrativa coerente com a realidade do emissor. É nessa etapa também que nos confrontamos com a palavra planejamento. Falando de igreja e missão, esses dois pontos são fundamentais: autoconhecimento e planejamento.

O papel da igreja na Era da sociedade em rede

Somos chamados a ser uma comunidade contra cultural dentro desse mundo escuro, perverso e imerso em trevas. Precisamos, talvez mais do que nunca, ser criativamente envolventes, não isolados. Ser apenas diferente não é suficiente, a igreja deve estar em contato com a sociedade. E a sociedade está no mundo virtual. A sociedade está em rede. E é lá que a luz precisa brilhar.

Quem fala pra todo mundo, não fala pra ninguém

Se nós não personalizarmos a experiência da comunicação, não chegaremos nem em nossos vizinhos. É necessário entendermos com quem estamos falando, conhecer nosso público-alvo, enxergar suas dores e seus sonhos. Isso tudo para que possamos encontrar os melhores meios de comunicar a Palavra.

Bastidores da missão

Se pensarmos bem, o próprio reino de Deus é formado pelos bastidores e pelo “behind the scenes”. Ef 6:12 diz que nossa luta não é contra inimigos de carne e sangue, mas contra governantes e autoridades do mundo invisível. Também foi dito que em secreto oramos, e o Pai que vê em secreto, nos recompensa (Mt 6:6). Assim, muito acontece no secreto, muito acontece e é realizado nos bastidores da missão.

Administrando seu negócio à maneira de Deus

Algumas gerações foram educadas ou até doutrinadas com a convicção de que “negócios e religião não se misturam”, ou seja: negócios são administrados durante a semana, do meu jeito, da minha forma, e Deus eu busco e adoro nos cultos e encontros aos domingos. Mas será que essa foi a instrução de Deus para nós? Será que Ele separou o sagrado do profano?

Alcançando pessoas no ambiente de trabalho

Enquanto empresa somos uma extensa e rica rede de relações pessoais. Então como as pessoas se comunicam e interagem cotidianamente? Que sentimentos e emoções ocorrem no ambiente de trabalho, com fornecedores, clientes e outros parceiros? Como isto afeta a saúde física, mental e as perspectivas dos envolvidos? Empresas BaM tem um olhar particular sobre essas questões com base no relacionamento de Cristo com seus discípulos.

Empresas BAM: fé, missões e negócios

Deus não intencionava que eu abandonasse tudo que aprendi no meio dos negócios e nem minha atuação na consultoria empresarial, mas Ele queria claramente mudar a minha visão secular sobre os negócios, me ensinar como se faz negócios para a glória Dele e me mostrar o importante papel dos negócios na expansão do Seu Reino.

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