“Você precisa ajudar, fazer esse sacrifício pela missão!”. Muitas vezes esse argumento é usado para motivar igrejas e pessoas a apoiarem projetos de missão e plantação de igrejas. Apesar de ser um argumento convincente, ele não é o mais apropriado para o engajamento missionário.

Apoiar e investir na missão de Deus e na expansão do seu reino neste mundo não deveria ser visto como um sacrifício, mas como privilégio.

Paulo expressa essa verdade em 2 Coríntios 8.1-4: Agora, irmãos, queremos que vocês tomem conhecimento da graça que Deus concedeu às igrejas da Macedônia. No meio da mais severa tribulação, a grande alegria e a extrema pobreza deles transbordaram em rica generosidade. Pois dou testemunho de que eles deram tudo quanto podiam, e até além do que podiam. Por iniciativa própria eles nos suplicaram insistentemente o privilégio de participar da assistência aos santos (2 Coríntios 8.1-4 – NVI).

A igreja de Jerusalém enfrentava um período difícil e de grande crise. Havia uma necessidade urgente de auxílio às pessoas em dificuldades e situação de pobreza. Paulo assume a tarefa de mobilizar igrejas para prestarem apoio aos cristãos de Jerusalém. Certamente ele esperava que igrejas que contavam com membros em melhores condições financeira assumissem essa ajuda. Ele acaba, porém, sendo surpreendido pela generosidade das igrejas da Macedônia. Essas igrejas não eram as mais ricas e nem estavam numa situação financeira confortável. Ainda assim, no meio da mais severa tribulação, a grande alegria e a extrema pobreza deles transbordaram em rica generosidade, e eles insistiram pelo privilégio de participar da assistência aos santos.

Nós podemos aprender lições preciosas com as igrejas da Macedônia. Para essas igrejas, ofertar e investir na causa do reino de Deus não era um sacrifício, mesmo que representasse um esforço enorme e um desprendimento admirável. Ainda assim, não se travava de um sacrifício, mas um privilégio!

Elas nos ensinam também que a generosidade não depende de quanto recurso nós temos, mas quanto estamos dispostos a nos mobilizar e unir forças por uma causa maior do que a nossa própria manutenção e sobrevivência.

Com esse bonito exemplo, as igrejas da Macedônia nos ajudam a perceber que apoiar a missão e projetos de plantação de novas igrejas não é um privilégio apenas para igrejas grandes e financeiramente estáveis. Igrejas menores e com poucos recursos podem ajudar quando se dispõem a somar esforços com outras igrejas.

Mesmo quando a parceria financeira não é possível, podemos apoiar de outras formas.  Se não sabemos como fazer isso, a Missão Zero pode ajudar nesse processo.

Se a maioria das igrejas que investem em missão e plantação esperassem ter recursos sobrando ou condições para isso, muitos projetos e igrejas que realizam um belíssimo trabalho não existiriam. Pense nisso com carinho.

A Paróquia de São José-SC apoia projetos de missão em diferentes lugares. A Comunidade de Campinas (São José-SC) também serviu como Comunidade de Apoio num projeto de plantação de igreja. Esse envolvimento, seja cedendo pessoas para diferentes projetos ou dando suporte financeiro e servindo como Comunidade de Apoio, não foram vistos como sacrifícios, mas um privilégio. Ainda que, em alguns momentos, isso exigiu um grande esforço e desprendimento.

O que percebemos em todo esse processo é que participar da missão de Deus é algo extremamente gratificante. A sua igreja também pode fazer parte. Então, vamos nos unir por uma causa maior?

Joelson Erbert Martins – pastor da IECLB Campinas – São José/SC

quarta-feira, 25 agosto 2021
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Os ídolos dos nossos dias

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Em Gênesis 12.2-3, a palavra “abençoar” tem um senso de “ser restaurado à humanidade plena”, onde o deleite e prosperidade do que significa ser humano é restaurado. Nós somos salvos do pecado e da miséria do mal. Quando somos abençoados, não é apenas para nosso bem, mas para abençoar outros.

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Em cada novo momento da história, Deus chama os discípulos de Jesus para se perguntarem se estão sendo fiéis à missão que ele, Deus, nos confiou. Por isso, a igreja é algo dinâmico, em mudança, na constante busca pela fidelidade a Deus, lembrando que essa fidelidade é para ser vivida no contexto histórico no qual nos encontramos.

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Aprendendo a liberdade

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A verdade é que nosso Deus está estabelecendo seu governo nos corações dos povos muçulmanos e os está acrescentando à sua igreja, e um dia estaremos todos unidos em Sua Presença celebrando o Cordeiro sem qualquer tipo de restrição ou perigo.

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O momento atual tem levado toda a sociedade no caminho da disrupção. Esse termo não é novo. No contexto missionário, ele sempre existiu! Na história da igreja, a própria Reforma foi um momento de disrupção! O Evangelho é disruptivo, a missão é disruptiva, o Espírito Santo de Deus age em nós e através de nós de forma disruptiva. Ele transforma padrões. Ele nos convida a mudanças. Ele desafia modelos.

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