Jesus falou, em Mateus 5. 14-16, que não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte, e que uma luz não é acesa para ser colocada em um lugar escondido, mas sim onde possa iluminar ao máximo o ambiente. Ele finalizou dizendo que assim deveria brilhar as boas obras de seus discípulos para que, vendo-as, outros pudessem glorificar a Deus.

No mundo do trabalho, no mercado, temos ao nosso redor diversas pessoas, que em sua maioria ainda não conhecem ao Senhor. Muitas vezes passamos a maior parte do nosso dia com eles, os vemos todos os dias, compartilhamos o mesmo espaço, dividimos a mesa, o horário do lanche, a carona, temos uma convivência diária. Além disso, tem aqueles que nos relacionamos de forma esporádica, pessoas que estão relacionados com a função a qual exercemos e que mantemos contato de vez em quando. Esse é um grande “campo” para exercermos nosso trabalho missionário e fazermos nossa luz brilhar.

Esse campo é bastante desafiador, pois é ali no dia a dia que mostramos quem realmente somos nas nossas palavras e com nossas atitudes. É ali que os outros podem perceber nosso caráter, nossas qualidades e defeitos. Mas como podemos ser como luzes ou como uma cidade edificada sobre um monte nessas circunstâncias?

Nós só vamos conseguir brilhar e “aparecer” como cristãos quando vivermos de fato em comunhão com nosso Pai, sendo discípulos verdadeiros. Quando Jesus transforma quem somos e como filhos corremos para ele constantemente deixando que ele nos molde, então nossa luz resplandece e os outros podem perceber que temos um Senhor e que nossa vida tem sentido e razão.

A forma como Jesus fala nesse texto que a luz vai brilhar e a cidade sobre um morro pode ser vista está ligada as boas obras ou as boas práticas. Eu creio que, como cristãos, devemos ser íntegros em nosso local de trabalho, ser verdadeiros, fazermos o nosso melhor em tudo o que nos é proposto, lembrando de que não o fazemos por nós mesmos, mas fazemos como para o Senhor, e com isso quem vai ser glorificado é Ele.

Eu hoje atuo na prefeitura, e tenho contato com diversas pessoas de dentro e de fora do munícipio. Sempre tenho em mente que alguém está me vendo e que sou representante de Deus nessa terra. As pessoas vão ver a Ele através da minha vida.

Procuro ser reta em tudo o que faço, em cada tarefa que preciso realizar dou o meu melhor, me esforço e faço até mais do que me é pedido. Procuro cumprir os prazos, respeitar as lideranças, ajudar meus colegas, não simplesmente para ser reconhecida como “certinha”, mas porque desejo com todo meu coração que o Pai seja glorificado através da minha vida e que eu tenha oportunidades de falar dele para os que estão ao meu lado.

Nas minhas jornadas no trabalho já apareceram muitas oportunidades para falar do Senhor. Já orei pelo prefeito em uma reunião, já aconselhei muita gente, já orei por pessoas, já li versículos bíblicos, contei meu testemunho de vida e sempre ouço aqui e ali alguns pedidos de oração: “Ei Tati, faz tuas orações aí por…”. Mas isso só é possível pois as pessoas reconhecem que tenho algo para compartilhar com elas.

Nosso trabalho é um local incrível para exercermos nosso discipulado, vivendo os ensinamentos de Jesus e cumprindo seu Ide de fazer novos discípulos.

Queridos: que “brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus”.

Tatiane Kohlrausch

Por Missão Zero

quarta-feira, 10 março 2021
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Aprendendo a liberdade

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Disrupção

O momento atual tem levado toda a sociedade no caminho da disrupção. Esse termo não é novo. No contexto missionário, ele sempre existiu! Na história da igreja, a própria Reforma foi um momento de disrupção! O Evangelho é disruptivo, a missão é disruptiva, o Espírito Santo de Deus age em nós e através de nós de forma disruptiva. Ele transforma padrões. Ele nos convida a mudanças. Ele desafia modelos.

Comunicação além do Like

Saber aonde está alicerçado e quais as suas verdades são pontos fundamentais para começar um processo de comunicação. Esse conhecimento vai ajudar você a criar uma identidade e uma narrativa coerente com a realidade do emissor. É nessa etapa também que nos confrontamos com a palavra planejamento. Falando de igreja e missão, esses dois pontos são fundamentais: autoconhecimento e planejamento.

O papel da igreja na Era da sociedade em rede

Somos chamados a ser uma comunidade contra cultural dentro desse mundo escuro, perverso e imerso em trevas. Precisamos, talvez mais do que nunca, ser criativamente envolventes, não isolados. Ser apenas diferente não é suficiente, a igreja deve estar em contato com a sociedade. E a sociedade está no mundo virtual. A sociedade está em rede. E é lá que a luz precisa brilhar.

Quem fala pra todo mundo, não fala pra ninguém

Se nós não personalizarmos a experiência da comunicação, não chegaremos nem em nossos vizinhos. É necessário entendermos com quem estamos falando, conhecer nosso público-alvo, enxergar suas dores e seus sonhos. Isso tudo para que possamos encontrar os melhores meios de comunicar a Palavra.

Bastidores da missão

Se pensarmos bem, o próprio reino de Deus é formado pelos bastidores e pelo “behind the scenes”. Ef 6:12 diz que nossa luta não é contra inimigos de carne e sangue, mas contra governantes e autoridades do mundo invisível. Também foi dito que em secreto oramos, e o Pai que vê em secreto, nos recompensa (Mt 6:6). Assim, muito acontece no secreto, muito acontece e é realizado nos bastidores da missão.

Administrando seu negócio à maneira de Deus

Algumas gerações foram educadas ou até doutrinadas com a convicção de que “negócios e religião não se misturam”, ou seja: negócios são administrados durante a semana, do meu jeito, da minha forma, e Deus eu busco e adoro nos cultos e encontros aos domingos. Mas será que essa foi a instrução de Deus para nós? Será que Ele separou o sagrado do profano?

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Enquanto empresa somos uma extensa e rica rede de relações pessoais. Então como as pessoas se comunicam e interagem cotidianamente? Que sentimentos e emoções ocorrem no ambiente de trabalho, com fornecedores, clientes e outros parceiros? Como isto afeta a saúde física, mental e as perspectivas dos envolvidos? Empresas BaM tem um olhar particular sobre essas questões com base no relacionamento de Cristo com seus discípulos.

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Deus não intencionava que eu abandonasse tudo que aprendi no meio dos negócios e nem minha atuação na consultoria empresarial, mas Ele queria claramente mudar a minha visão secular sobre os negócios, me ensinar como se faz negócios para a glória Dele e me mostrar o importante papel dos negócios na expansão do Seu Reino.

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Não, o modelo missionário de Paulo não era “convencional”. Ele já havia demonstrado em Corinto, em Atos 18:1-4, sua fé na importância e poder das profissões no ministério, e sua convicção de que Deus não chama todos os Seus filhos para um ministério de tempo integral, mas que os chama a ministrar por tempo integral, elevando suas profissões a um contexto de ministério. Isso é especialmente verdade quando se trata de negócios.

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