O que me impede? Seja o que for que estejamos nos perguntando, somos geralmente especialistas em listar as impossibilidades. Não podemos fazer parte de algo porque não temos tempo; não podemos descansar e deixar de fazer parte de algo pois somos muito necessários. Há várias razões pelas quais não podemos nos dedicar mais às pessoas próximas de nós, e outras pelas quais não podemos nos dedicar melhor ao nosso trabalho.

O que nos impede de fazer parte da missão que Deus confiou a sua igreja? Quando Deus pergunta, como o fez a Isaías, “quem enviarei?”, é muito mais fácil responder “Eis ali o meu irmão. Envia a ele”, do que, como Isaías, “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Isaías 6.8). De alguma forma tudo aquilo que Jesus nos enviou a fazer é mais fácil de ouvir do que de colocar em prática. É algo que está tão perto, às vezes na pregação ouvida e na leitura bíblica, e ainda assim tão longe, que não parece que é conosco, comigo.

No capítulo 8 de Atos um anjo do Senhor diz a Filipe: “Vá para o Sul”. No versículo seguinte encontramos a sua resposta: levantou e partiu! Não há registros daquilo que podia impedir Filipe de responder a essa ordem. Ele foi. Ora, ele também era humano. Com certeza ele tinha os seus próprios planos, as suas próprias dúvidas e os seus medos, e não era diferente de nós. Filipe tinha acabado de presenciar a morte de Estevão, que tinha sido escolhido junto com ele para servir as mesas (Atos 6.5). A própria morte de Estevão tinha desencadeado grande perseguição contra a igreja, e por consequência contra Filipe (Atos 8.1).

Ao responder esse chamado de Deus, Filipe encontrou um etíope que estava lendo a Palavra, mas não a entendia. Ele lhe pregou o Evangelho e recebeu uma resposta do etíope: “o que me impede de ser batizado?”. A pergunta não foi feita de uma forma negativa, como de quem quer falar dos motivos pelo qual não podia ser batizado. A pergunta foi quase retórica, não imaginando qualquer resposta negativa. O Espírito Santo guiou Filipe, ele foi na direção que tinha sido enviado e teve o privilégio de anunciar as boas novas e presenciar a conversão e o batismo de uma pessoa que antes nem conhecia.

O que me impede? Será preciso que um anjo me diga também a direção? Jesus Cristo já nos enviou para fazer discípulos, batizar no nome do Deus triúno e ensinar (Mateus 28.20), e recebemos poder com a presença do Espírito Santo (Atos 1.8). Aonde colocaremos isso em prática? Muitas vezes mais perto do que imaginamos, outras mais longe do que ousamos imaginar. Que possamos, assim como o etíope, usar a frase “O que me impede?” de forma positiva, não procurando uma resposta com uma gigantesca lista de motivos, mas sim um: “nada me impede. Envia-me a mim!”

Por Missão Zero

quarta-feira, 03 fevereiro 2021
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Somente a Escritura

Somente a Escritura

Assim como nossos pesos e medidas dependem de uma medida padrão, todo ensino na igreja precisa ser aferido na Sagrada Escritura. Todo sermão deve ser conferido pelo ensino da Bíblia. O que não está em sintonia com ela, não é palavra de Deus para nós.

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Somente Cristo

A igreja tem a dádiva e a tarefa de zelar para que, em todos os tempos, o nome de Jesus Cristo continue sendo proclamado de como o único nome – somente Cristo – que tem o poder de redimir o mundo todo que “que está debaixo do poder do Maligno” (1 Jo 5.19).

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Somente a Fé

Só quem experimentou o amor pode falar dele e vivê-lo. Por isso, confiar que Deus nos ama torna-nos testemunhas desse amor. Conhecer e experimentar o amor de Deus nos compromete a fazer o mesmo lá onde nossa vida acontece. Por isso o apóstolo escreve que “Somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por meio de nós”.

A Missão Zero terá uma alteração importante na forma de trabalho. Multiplicamos! Contamos agora com uma equipe mais ampla de pessoas muito bem qualificadas no que fazem, e que viverão o ministério covocacionado também na secretaria da MZ. Saiba mais sobre esses Novos Rumos por meio do vídeo e do informativo que preparamos.

Educação na teologia missional

Nossa pedagogia tem frequentemente sido altamente racional; eu tenho conteúdo, o comunico a você; você memoriza, escreve em um papel em uma prova e aí está: boa educação. Bem, existem muitas pessoas que podem fazer isso e não se tornarem bons pastores. Eu acho que nós precisamos encontrar uma pedagogia que é mais orientada ao discipulado.

A Reforma Protestante e a Igreja Missional

Entender a Cristo como criador de todas as coisas, governante da história, sustentador de todas as coisas, reconciliador do mundo, o juiz final, o que será conhecido como Senhor de tudo e que já está reinando à direita de Deus – e que devemos submeter toda nossa vida ao Cristo que vive – esse é o Cristo que precisamos entender, conhecer, amar e servir.

Os ídolos dos nossos dias

É importante perceber que um ídolo é quando nós começamos a pegar algo bom da criação e orientamos nossas vidas em comunidade ao redor disso. Começamos a organizar todas as instituições e costumes das nossas vidas em torno desse ídolo, e então o ídolo, através de poder demoníaco e do que está em nossas cabeças, nos domina, nos agarra, nos escraviza e nos destrói.

A História que dá sentido a tudo

A Bíblia começa na criação e termina na nova criação. Ela mostra o significado da história do mundo, o propósito dessa história, e o objetivo disso. Nós encontramos isso revelado e centrado principalmente na pessoa de Jesus Cristo.

Igreja missional ou missionária?

Em Gênesis 12.2-3, a palavra “abençoar” tem um senso de “ser restaurado à humanidade plena”, onde o deleite e prosperidade do que significa ser humano é restaurado. Nós somos salvos do pecado e da miséria do mal. Quando somos abençoados, não é apenas para nosso bem, mas para abençoar outros.

Não é sacrifício. É privilégio!

Se a maioria das igrejas que investem em missão e plantação esperassem ter recursos sobrando ou condições para isso, muitos projetos e igrejas que realizam um belíssimo trabalho não existiriam. Pense nisso com carinho.

Discípulo presente

Em cada novo momento da história, Deus chama os discípulos de Jesus para se perguntarem se estão sendo fiéis à missão que ele, Deus, nos confiou. Por isso, a igreja é algo dinâmico, em mudança, na constante busca pela fidelidade a Deus, lembrando que essa fidelidade é para ser vivida no contexto histórico no qual nos encontramos.

O covocacionado na plantação de igrejas

Covocacionados são vistos como pessoas que investem na sociedade, criando serviços, provendo educação ou empregando pessoas. Tal viabilidade gera respeito e abre portas para explicar porque somos diferentes e do porquê escolhemos assumir nossa posição no mercado de trabalho com base em valores bíblicos.

Somente a Fé

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