Falar sobre a graça de Deus significa abordar uma imensidão de coisas. E, ao mesmo tempo, é tratar de algo singelo, muito específico. No contexto da igreja, falar da graça é ser lembrado de algo grandioso. Grandioso porque trata de nada mais nada menos do que a salvação humana. Como a vida de milhões de pessoas seria mais leve se compreendessem aquilo que o bondoso Deus já fez por elas! A mensagem que todo ser humano precisa ouvir e compreender para poder desfrutar mais plenamente a vida é a mensagem da graça de Deus.

Quantas bênçãos, quantas coisas maravilhosas a graça faz pelo indivíduo! A graça é o grande diferencial do cristianismo frente a todas as demais religiões. A graça faz do cristianismo algo mais do que uma mera religião. A graça do cristianismo está na graça. Pela graça podemos encontrar-nos de mãos vazias diante do Senhor do Universo e sermos aceitos. Quantas pessoas ainda não sabem disso e vivem escravas de uma religiosidade que acha que precisa agradar a Deus, oferecer sacrifícios, demonstrar algum mérito!?

Seria muita pretensão querer listar os inúmeros benefícios da graça. Ainda assim, alguns poucos rapidamente nos vêm à mente. Não podemos confundir nossas relações humanas, à base de trocas, de negociações e dos méritos, com aquilo que Deus faz na cruz para perdoar nossa culpa e nos acolher em seus braços.

A graça liberta! Liberta dos méritos. Deus nos encontra de mãos vazios e com o currículo em branco. A graça nos encontra num papel comum. Não são títulos e cargos que despertam a atenção de Deus para nós. Apenas o seu incomparável amor. A graça é para todos, pois “todos pecaram”. Assim, a graça me liberta do orgulho. Na igreja encontro irmãos igualmente agraciados. Todos são igualmente preciosos para Deus. Na graça não preciso de autoafirmação. Quem me afirma é o meu criador. Reconheço que preciso de uma mão estendida e sei que ela está lá. A graça coloca todos ao redor da mesa da Ceia do Senhor. Não há competição. A graça desconhece medalhas e troféus. Não faz sentido disputar com alguém por aquilo que eu já tenho. Nenhum sacrifício é necessário. Jesus deu a si mesmo como o sacrifício definitivo.

A liberdade gerada pela graça produz gratidão. Nossa relação com Deus, a partir da graça, é de reconhecimento e gratidão. Não há espaço ou necessidade de esquemas religiosos, negociações, medo ou culpa. Pela graça Deus nos faz filhos e filhas. Vivemos a perspectiva da eternidade no seu reino. Viver sob a graça é reconhecer que já pertencemos a outro mundo: um mundo também conhecido como o reino de Deus. 

Rodomar Ramlow

professor da FATEV

sexta-feira, 25 outubro 2019

Mais do ME

Ídolos dos nossos dias

Uma das coisas que nós temos que perceber é que os ídolos não são coisas individuais que ficam uma ao lado da outra. A idolatria vem em uma embalagem complexa, e a resposta para essa pergunta é a de que existem cinco ou seis ídolos e explicar como eles se desenvolveram em suas histórias particulares.

Missionário Mateus participa de evento da Federação Luterana Mundial

Relato de viagem do Missionário Mateus Pereira: “Estive representando o lado luterano da Igreja Protestante Unida da França, na consulta global da Federação Luterana Mundial intitulada ‘Cremos no Espirito Santo: Perspectivas globais sobre identidades luteranas”.

Metanarrativa bíblica

A Bíblia conta uma história que começa em criação: esse é o começo de toda a história. Ela termina com uma nova criação, no Reino de Deus, na restauração e consumação de todas as coisas. Isso é o final da história cósmica. Nós estamos falando sobre o começo e o fim da história do mundo.

Igreja Missional

Hoje inicia-se uma série que conterá cinco textos para o mês de novembro, denominada “5 respostas sobre Teologia Missional – com Michael Goheen”. Começamos com a temática “Igreja missional”. 

Somente a Graça

Tanto o individualismo quanto o consumismo, tratados nos textos anteriores, são formas de idolatria. Muito se vê a idolatria ao corpo perfeito, ao dinheiro, à carreira e a pessoas, desde celebridades da mídia, esportistas ou políticos. Como cristãos não estamos imunes à idolatria.

Somente Cristo

Tanto o individualismo quanto o consumismo, tratados nos textos anteriores, são formas de idolatria. Muito se vê a idolatria ao corpo perfeito, ao dinheiro, à carreira e a pessoas, desde celebridades da mídia, esportistas ou políticos. Como cristãos não estamos imunes à idolatria.

Somente a Escritura

Tanto o individualismo quanto o consumismo, tratados nos textos anteriores, são formas de idolatria. Muito se vê a idolatria ao corpo perfeito, ao dinheiro, à carreira e a pessoas, desde celebridades da mídia, esportistas ou políticos. Como cristãos não estamos imunes à idolatria.

Somente a fé

Tanto o individualismo quanto o consumismo, tratados nos textos anteriores, são formas de idolatria. Muito se vê a idolatria ao corpo perfeito, ao dinheiro, à carreira e a pessoas, desde celebridades da mídia, esportistas ou políticos. Como cristãos não estamos imunes à idolatria.

Relativismo

Jesus é a verdade porque é absoluto, é real independente de quem nele acredita ou não. Jesus vai muito além do relativo e é a própria verdade. Ele veio e venceu a morte para nos redimir, nos salvar de nós mesmos e do nosso pecado e nos levar até o Pai. Ele é a verdade que liberta!

Idolatria

Tanto o individualismo quanto o consumismo, tratados nos textos anteriores, são formas de idolatria. Muito se vê a idolatria ao corpo perfeito, ao dinheiro, à carreira e a pessoas, desde celebridades da mídia, esportistas ou políticos. Como cristãos não estamos imunes à idolatria.

Consumismo

O Consumismo é uma característica muito particular dos últimos tempos, e querendo ou não está de alguma forma afetando a cada um de nós diariamente, assim como o individualismo, tratado no último texto.

Individualismo

A igreja, para muitos, faz sentido somente quando satisfaz à sua individualidade, e isso é um sintoma do nosso tempo. Com isso, busca-se também somente a salvação individual, sendo que o Evangelho é a boa nova de Deus para todos, que também implica em dedicação e amor pelos outros.

Metanarrativa bíblica

Metanarrativa bíblica

A Bíblia conta uma história que começa em criação: esse é o começo de toda a história. Ela termina com uma nova criação, no Reino de Deus, na restauração e consumação de todas as coisas. Isso é o final da história cósmica. Nós estamos falando sobre o começo e o fim da história do mundo.

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