Quero convidar vocês que estão lendo este artigo para participarem de uma aventura extraordinária através do discipulado. Após a experiência de receber Jesus como Senhor e Salvador, fui convidado a participar de um discipulado, e este foi decisivo no desenvolvimento de um novo estilo de vida.

“Deus tanto amou o mundo que deu seu filho único, para que todo o que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna” (João 3.16). Não é difícil entender por que este versículo é um dos mais famosos, mais memorizados e mais queridos da Bíblia. Incluídas nele estão as maiores realidades que existem: Deus, amor, o mundo, o Filho de Deus, fé, morrer para sempre, viver para sempre, e, enfim, todo aquele, ou seja, você e eu.

O que poderia ser mais importante do que todas essas coisas? O que poderia ser mais relevante para você e eu agora? O que poderia ser mais urgente do que sabermos onde estamos em relação ao que Deus diz nesse texto?

Diante dessas e outras perguntas o discipulado quer possibilitar uma conversa, uma reflexão sobre essa proclamação interminável, inflexível e imutável da forma mais extrema de amor. O discipulado é uma mensagem de esperança do Espírito do Deus vivo para os nossos corações e almas. O discipulado é um convite para um relacionamento diferente de qualquer outro que possamos experimentar.

O discipulado é algo que nós aprendemos do próprio ministério de Jesus. O discípulo poderá ser uma pessoa que está iniciando sua caminhada de fé ou, então, alguém que já faz parte da igreja, mas que até então não teve a oportunidade de passar por um processo de discipulado.

As palavras de Jesus na grande comissão, em Mateus 28.19-20, são palavras de comando à Igreja. Aqui se resume o que Jesus espera que seus seguidores fizessem em sua ausência. Entretanto, o chamado de fazer discípulos ainda permanece o mesmo. A pergunta que não pode calar em meio a Igreja é: somos somente bons em ajuntar as pessoas uma vez por semana nas celebrações, nos diferentes ministérios organizados por uma comunidade e até mesmo nos Pequenos Grupos/Células, ou de fato estamos comprometidos em cumprir a ordem de Jesus, a qual nos foi dada? “Vão e façam discípulos, batizando-os e ensinando-os”.

Para o cumprimento dessa ordem, precisamos estar comprometidos num evangelismo discipulador. Ou seja, o novo discípulo precisa ser conduzido a um pequeno grupo/célula, grupo que tenha um propósito em comum, que é a evangelização, edificação, ministério e multiplicação. 

É fundamental estarmos conectados em Cristo ao lado de pessoas treinadas e com unção do Espírito Santo, ou seja, pequenos grupos/células com líderes treinados e cheios do Espírito Santo. Os cristãos da igreja primitiva se reuniam em suas casas para terem comunhão “uns com os outros”, para ministrarem orações uns pelos outros, para comerem juntos e para compartilharem a Palavra. Não se reuniam apenas para estudar ou ouvir alguém dando sermões. Tudo o que faziam era parte do novo estilo de vida gerada por Cristo em suas vidas. (Atos 2.42-43).

A comunhão da Igreja era intensa e agradável. Dia a dia novas pessoas iam sendo atraídas e se juntavam a este novo estilo de vida (Atos 2.46-47).

Estou há 18 anos no pastorado. Tenho buscado viver O Novo de Deus em uma Igreja comprometida com a missão. Para facilitar o engajamento de todas as pessoas, contamos com um programa ministerial (Rota de Treinamento), cuja intenção é que a igreja venha a desenvolver seus dons a partir dos ministerios organizados pela Igreja local. A meta é ter 80% dos membros envolvidos ao menos em uma atividade semanal a partir do ministério no qual ela está integrada.

Valmir Ropke

Por Missão Zero

quarta-feira, 26 agosto 2020
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Como a igreja pode “concorrer” com tantas alternativas oferecidas no mundo virtual? Afinal, não se trata apenas dos jovens (que são uma faixa-etária essencial à igreja), mas destes que além de já serem igreja hoje, serão igreja por muito tempo pela frente. Se a igreja não alcançar os jovens hoje, quem será a igreja daqui a 15, 30 ou 50 anos?

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Uma jornada extraordinária!

Os cristãos da igreja primitiva se reuniam em suas casas para terem comunhão “uns com os outros”, para ministrarem orações uns pelos outros, para comerem juntos e para compartilharem a Palavra. Não se reuniam apenas para estudar ou ouvir alguém dando sermões. Tudo o que faziam era parte do novo estilo de vida gerada por Cristo em suas vidas.

Um convite que vale a pena!

Quando você faz parte de uma plantação de uma igreja, você vê claramente aquele Evangelho que você pensou que não tinha “tanto” poder mudar a vida da pessoa com a qual você está convivendo. A transformação acontece na sua frente e você lembra que “o Evangelho de Jesus tem poder”.

Por que plantar igrejas?

Na Grande Comissão, Jesus não somente convoca seus discípulos para fazerem outros discípulos, mas diz para que façam discípulos, batizem e ensinem. Os desafios evangelísticos do Novo Testamento não são simplesmente para compartilhar a fé, mas são chamados para a plantação de igrejas.

Deus capacita os disponíveis

Se você parar pra pensar, a maioria das tarefas realizadas que se tornam extraordinárias, ou até mesmo “ordinárias”, não são realizadas por alguém com um chamado especial pra isso, mas sim por alguém que se colocou à disposição.

Qual a principal função da laranjeira?

Organismos vivos saudáveis nascem, crescem, amadurecem e frutificam (ou se multiplicam). Assim sendo, Igrejas saudáveis se reproduzem. Líderes saudáveis reproduzem outros líderes. Discípulos saudáveis e maduros se reproduzem na vida de outros discípulos.

Ferro com ferro

Muitos líderes têm medo do discipulado porque ele exige vulnerabilidade e transparência, e vulnerabilidade é a chave para a conexão. É impossível manter os discípulos à distância e discipulá-los ao mesmo tempo. Ou você permite que eles observem você de perto ou você renuncia à sua responsabilidade como pai ou mãe espiritual.

Um certo Teodorico

O discipulado que Jesus praticara seria o modelo de ministério que todos deveriam considerar. Este seria a chave para alcançar todas as pessoas, em todos os lugares e em todos tempos. As outras atividades que se praticassem, por melhor que fossem, seriam acessórias e secundárias.

Isso não é onda, é Real!

Participar da obra redentora de Deus é um privilégio, e este privilégio é dado a todos a quem Deus revela Seu amor. Se o amor de Cristo alcançou você, é porque alguém anunciou as boas novas do evangelho para você, alguém respondeu ao amor recebido de Deus de uma forma prática.

Não é sacrifício, é privilégio!

Nós podemos aprender lições preciosas com as igrejas da Macedônia. Para essas igrejas, ofertar e investir na causa do reino de Deus não era um sacrifício, mesmo que representasse um esforço enorme e um desprendimento admirável. Ainda assim, não se travava de um sacrifício, mas um privilégio!

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