Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus. 1 Cor 10.31

Ainda que conheçamos bem o versículo acima e o afirmemos em nossa caminhada cristã, temos muitas dificuldades quando o assunto é nosso trabalho e/ou profissão. Estamos inseridos numa cultura cristã onde vivenciamos uma dicotomia entre nossas profissões e nosso testemunho cristão. O cristianismo é uma das únicas religiões que enfrenta dificuldades com a integração da vida religiosa vs. “vida secular”.

Como podemos integrar nossa fé com nosso trabalho?

Hoje em dia um dos movimentos que mais crescem no mundo é o BAM – Business as Mission, ou Negócio em Missões, onde profissionais das mais diversas áreas têm a oportunidade de compartilhar o evangelho enquanto desenvolvem relacionamentos através de suas profissões. BAM hoje tem se tornado extremamente eficiente especialmente se considerarmos que os lugares que nos restam alcançar se tratam de países e ou regiões com muitas restrições ao trabalho missionário tradicional.

Negócios são um meio pelo qual o evangelho tem sido pregado, nós temos buscado ensinar alguns princípios importantes que valem não só para contextos transculturais, mas também para nossa Jerusalém.

Relacionamentos e Confiança

Um dos princípios fundamentais para compartilhar o evangelho em nosso ambiente de trabalho é desenvolver confiança.

Abordá-los diretamente com a pregação sem um ambiente de confiança provavelmente não trará bons resultados, no entanto, se você tiver tempo para conhecê-los e desenvolver confiança, a porta estará sempre aberta para o compartilhar do evangelho.

Através de relacionamentos e situações cotidianas, você terá oportunidades de mostrar como Cristo pode fazer a diferença.

Seja intencional

Nos campos transculturais sempre ouvimos histórias de missionários envolvidos em BAM que ao longo da caminhada perderam o foco de ministério. Um fator importante para combater isso é ser intencional na tarefa de pregação do evangelho.

Ore ao Pai pelas oportunidades de compartilhar em seu local de trabalho. Procure oportunidades de compartilhar as verdades do evangelho durante seu dia de trabalho.

Faça disso uma normalidade

Se, desde o início, você fizer da sua caminhada com Jesus uma parte normal de sua vida, as pessoas verão que isso é “quem você é”.

Falar sobre o que você leu na palavra a cada dia ou orar por problemas são maneiras fáceis de incorporar sua fé em sua vida profissional.

Eu acredito que devemos estar vivendo Jesus sempre! Não podemos fazer negócios e ministério separadamente… Nossas vidas precisam sempre proclamar e refletir a Cristo. Faça do seu relacionamento com Ele a parte mais importante da sua vida.

Precisamos manter em nossas mentes o fato de que precisamos proclamar o Evangelho em todo tempo, e nosso trabalho e profissão são uma excelente ferramenta para isso!

Busque o Senhor por oportunidades específicas para falar do amor de Jesus.

 *Baseado no site bamedu.com

¹ Paulo Feniman é diretor da MIAF (Missão para o Interior da África) no Brasil. 

Fonte: https://sa.aimint.org/blog/artigos/detalhe/vida-e-trabalho-em-missao

Paulo Feniman 

Por Missão Zero

quarta-feira, 27 maio 2020
Mais da MZ
A missão da Liga da Justiça

A missão da Liga da Justiça

Embora eles já tenham passado por várias mudanças ao longo dos anos e tenham se dividido e se reunido inúmeras vezes, sempre que as fichas foram lançadas e a terra precisou de seus maiores heróis juntos nas linhas de frente, a Liga da Justiça sempre respondeu ao chamado para o dever.

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Disrupção

O momento atual tem levado toda a sociedade no caminho da disrupção. Mas se pararmos para pensar, esse termo não é novo. O Evangelho é disruptivo, a missão é disruptiva, o Espírito Santo de Deus age em nós e através de nós de forma disruptiva. Ele transforma padrões. Ele nos convida a mudanças. Ele desafia modelos.

A missão da Liga da Justiça

Embora eles já tenham passado por várias mudanças ao longo dos anos e tenham se dividido e se reunido inúmeras vezes, sempre que as fichas foram lançadas e a terra precisou de seus maiores heróis juntos nas linhas de frente, a Liga da Justiça sempre respondeu ao chamado para o dever.

O desafio da missão aos jovens

Como a igreja pode “concorrer” com tantas alternativas oferecidas no mundo virtual? Afinal, não se trata apenas dos jovens (que são uma faixa-etária essencial à igreja), mas destes que além de já serem igreja hoje, serão igreja por muito tempo pela frente. Se a igreja não alcançar os jovens hoje, quem será a igreja daqui a 15, 30 ou 50 anos?

O terminal

É nos lares que a igreja pós-pandemia se fortalecerá e se desenvolverá. Líderes/pastores sábios irão cooperar com esta tendência ao invés de competir com ela: eles precisarão capacitar os membros para serem ministros de suas famílias e vizinhanças.

Visão 5030

Queremos plantar igrejas pois compreendemos que essa é a melhor forma de levar a mensagem do Evangelho de Jesus Cristo aos mais diversos lugares e contextos. Igrejas significativas e relevantes à cultura podem alcançar pessoas de diferentes gerações, tradições e grupos socioeconômicos, além de impactar positivamente a sua região.

Uma jornada extraordinária!

Os cristãos da igreja primitiva se reuniam em suas casas para terem comunhão “uns com os outros”, para ministrarem orações uns pelos outros, para comerem juntos e para compartilharem a Palavra. Não se reuniam apenas para estudar ou ouvir alguém dando sermões. Tudo o que faziam era parte do novo estilo de vida gerada por Cristo em suas vidas.

Um convite que vale a pena!

Quando você faz parte de uma plantação de uma igreja, você vê claramente aquele Evangelho que você pensou que não tinha “tanto” poder mudar a vida da pessoa com a qual você está convivendo. A transformação acontece na sua frente e você lembra que “o Evangelho de Jesus tem poder”.

Por que plantar igrejas?

Na Grande Comissão, Jesus não somente convoca seus discípulos para fazerem outros discípulos, mas diz para que façam discípulos, batizem e ensinem. Os desafios evangelísticos do Novo Testamento não são simplesmente para compartilhar a fé, mas são chamados para a plantação de igrejas.

Deus capacita os disponíveis

Se você parar pra pensar, a maioria das tarefas realizadas que se tornam extraordinárias, ou até mesmo “ordinárias”, não são realizadas por alguém com um chamado especial pra isso, mas sim por alguém que se colocou à disposição.

Qual a principal função da laranjeira?

Organismos vivos saudáveis nascem, crescem, amadurecem e frutificam (ou se multiplicam). Assim sendo, Igrejas saudáveis se reproduzem. Líderes saudáveis reproduzem outros líderes. Discípulos saudáveis e maduros se reproduzem na vida de outros discípulos.

Ferro com ferro

Muitos líderes têm medo do discipulado porque ele exige vulnerabilidade e transparência, e vulnerabilidade é a chave para a conexão. É impossível manter os discípulos à distância e discipulá-los ao mesmo tempo. Ou você permite que eles observem você de perto ou você renuncia à sua responsabilidade como pai ou mãe espiritual.

Um certo Teodorico

O discipulado que Jesus praticara seria o modelo de ministério que todos deveriam considerar. Este seria a chave para alcançar todas as pessoas, em todos os lugares e em todos tempos. As outras atividades que se praticassem, por melhor que fossem, seriam acessórias e secundárias.

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